
Marcelino Costa nasceu entre a lógica e o encantamento.
Empresário por vocação inquieta, encontrou na literatura o espaço onde razão e sensibilidade se reconciliam. Aprendeu a escrever com um lápis verde e a duvidar com o coração.
Vive em São Francisco do Sul, onde o mar sopra lembranças antigas e o amanhecer o ensina que toda luz nasce da sombra. Entre a bruma e o sal, reinventa-se em cada livro, um criador de mundos que não foge da vertigem de inventar a si mesmo.

Marcelino Costa escreve para não se perder no real, e talvez por isso, em suas páginas, a razão e o delírio dançam no mesmo compasso.
Faz da palavra uma forma de respiração, um modo de atravessar mundos e retornar com as mãos cheias de histórias.
Seus universos são pontes entre a lógica e o mistério, entre o homem e aquilo que o habita por dentro.

Prepare-se para mergulhar em uma narrativa regida por uma ética de não-alívio, onde a voz épica e sombria estabelece um pacto de honestidade brutal com quem se atreve a segui-la.
Leia um capítulo de
Onisciente | Sombras do Norte,
e descubra uma obra onde a violência não é espetáculo, mas uma metamorfose interna irreversível.
Ideal para o leitor que sustenta o desconforto e compreende que a liberdade e o desejo sempre cobram seu preço.
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